sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Dá a tua mão a este Natal!
Os alunos de EMRC do Agrupamento de Escolas de Vagos, decidiram dar a sua mão a um Natal diferente, feito de propósitos e mãos dispostas a ajudar.
Criar uma mão, uma intenção, um desejo, uma vontade de mudar, são mais que suficientes para fazer deste Natal um motivo de mudança para melhor.
A mão de cada um é necessária, não a escondam, coloquem-na no vosso presépio, na vossa árvore e as intenções deixarão de o ser para passar a ser uma realidade.
A Todos Um Santo Natal
O Professor de EMRC
Sérgio Martins
Criar uma mão, uma intenção, um desejo, uma vontade de mudar, são mais que suficientes para fazer deste Natal um motivo de mudança para melhor.
A mão de cada um é necessária, não a escondam, coloquem-na no vosso presépio, na vossa árvore e as intenções deixarão de o ser para passar a ser uma realidade.
A Todos Um Santo Natal
O Professor de EMRC
Sérgio Martins
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Missão Jubilar
Estamos a entrar na reta final deste "projeto" que foi a Missão Jubilar.
Dentre muitas ações, teremos um especial lugar para nos podermos concentrar em nós, olharmos para o nosso interior, para o convite que Deus nos continua a fazer e para o tipo de resposta que lhe estamos a dar.
Celebrar os 75 anos da restauração da nossa Diocese, é antes de mais olharmos para o caminho feito, com vontade de continuar a caminhar.
Não podemos ficar de fora, esta é a nossa hora!
Encontro de Escolas Católicas
Decorreu no passado dia 26 de Outubro o Encontro de Escolas Católicas da Diocese de Aveiro (Colégio de Calvão, Colégio de Mogofores, Colégio de Anadia e Instituto de Promoção Social de Bustos), desta vez com uma novidade, a participação de Alunos de EMRC do Agrupamento de Escolas de Vagos (Escola Pública), acompanhados por mim, Docente de EMRC.
Foi um dia a viver sob o lema "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus". Pedia-se aos alunos para não trazerem meias rotas, pois pretendia-se que eles tirassem os sapatos em nome da simplicidade e da disponibilidade para se fazer ao caminho.
Os objetivos foram amplamente alcançados e os alunos vestiram plenamente "a camisola" da pobreza, da simplicidade e do serviço aos outros.
Depois de refletirem na vida e obra de tão grandes modelos, Papa Francisco, Madre Teresa de Calcutá e S. Francisco de Assis, certamente que levaram para suas casas e para as suas escolas um pouco da vontade de viver na simplicidade de coração.
Obrigado pela oportunidade que nos foi concedida em partilhar tão belos momentos.
O Professor Sérgio Martins
(Agrupamento de Escolas de Vagos)
Primeiro encontro (Quebra-gelo) |
Estava a chegar a nossa vez de nos apresentarmos... |
O Prof. Sérgio convidou todas a tirarem os seus sapatos para melhor percebermos a Pobreza. |
Todos se descalçaram... |
Durante o Jogo! |
Já tínhamos alguma fome! |
Que belo almoço! |
Na apresentação das conclusões dos trabalhos de grupo. |
Todos partilharam as descobertas feitas. |
Não podíamos trazer meias rotas... |
Apresentando o exemplo de madre Teresa de Calcutá. |
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Dá vida ao teu VIVE!
Concurso "Dá vida ao teu VIVE"
:::::::::: REGULAMENTO ::::::::::
A Diocese de Aveiro, através da Comissão de coordenação da Missão Jubilar, promove um concurso intitulado "DÁ VIDA AO TEU VIVE" aberto a todos os residentes em Portugal sem limites de idades.
Os melhores trabalhos serão expostos no dia 8 de dezembro de 2013 – Dia da Missão, no Parque de Exposições de Aveiro.
As condições de participação são indicadas abaixo e o prazo limite para entrega dos trabalhos acaba a 29 de novembro de 2013.
Regulamento:
1) Este concurso tem por base o "VIVE", mascote da Missão Jubilar dos 75 anos da restauração de Diocese de Aveiro.
2) O tema é "DÁ VIDA AO TEU VIVE" e deve refletir a vivência da Missão Jubilar seja a nível pessoal, familiar, paroquial, arciprestal ou diocesano.
3) Cada participante pode concorrer 1 vez a solo e 1 vez em parceria;
4) Admitem-se a concurso qualquer tipo de arte plástica: desenho; pintura; fotografia; vídeo; colagens; gravura; escultura; animação; bordados; …
5) Admitem-se obras inéditas e não submetidas em outros concursos – a infração desta regra destitui o trabalho do concurso ou do prémio, mesmo posteriormente.
6) Todos os trabalhos deverão incluir uma memória descritiva.
7) As obras a concurso só serão válidas se identificadas com nome dos autor/es, naturalidade, número do Cartão de Cidadão ou BI, nº de telefone, idade e e-mail do/s autor/es e indicação de uma morada de um dos elementos,
8) Data limite para entrega dos trabalhos: 29 de novembro de 2013.
9) O júri elegerá os três melhores trabalhos;
10) Os três melhores classificados receberão o prémio abaixo descrito. Poderá o júri decidir não atribuir o prémio abaixo descrito caso nenhuma obra tenha a qualidade mínima desejada podendo, nesse caso, atribuir menções honrosas.
Prémio – vale de 75 € a descontar na Livraria Santa Joana, com sede na Rua do Batalhão de Caçadores Dez, 81ª – 3810-064 Aveiro, e o contacto 234 421 570.
11) Os 10 melhores classificados, ou trabalhos com qualidade mínima desejável, serão publicados em montra digital no site da Diocese de Aveiro www.diocese-aveiro.pt
12) As obras identificadas pelo seu autor ficarão na posse da Diocese de Aveiro, detendo esta os direitos de publicação das mesmas, fazendo sempre referência aos seus autores. A organização não se responsabiliza pelas obras originais e impressões, e não fará devoluções.
13) Os trabalhos deverão ser enviados para:
Centro da Ação Pastoral
Rua Cândido dos Reis, nº 126 – Loja A
Apartado 541
3800- 097 Aveiro
Mail: missaojubilar@diocese-aveiro.pt
Tel. 234 377 430
14) Qualquer caso omisso e dúvidas deste regulamento serão resolvidas pela organização.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Alunos de EMRC solidários
Os gestos valem por mil e uma palavras.
Publicação na Revista oficial do IPO (página 18)
http://infoagosto2013.emsdesign.net/
Publicação na Revista oficial do IPO (página 18)
http://
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Amor sem limites
Esta é a história de uma senhora com setenta e oito anos e de um senhor com setenta e sete. Já estão juntos há mais de cinquenta anos, mas nos últimos anos, a senhora fora consumida pela “doença da alma”, mais conhecida por Alzheimer. Essas duas pessoas são os meus bisavós, e não podia ter mais orgulho neles.
Com as suas mãos grandes e de uma pele espessa e suja, Manuel agarra na malga da sopa de feijão e enche uma colher, que depois leva à boca de São. Ouve-se o engolir, a sopa de feijão, a correr e a correr pelo corpo de São. E São sorri. Manuel sorri-lhe de volta. Com dois dedos, ajeita o cabelo dela, esbranquiçado, quase tão branco como neve. E ela ri-se. E ele ri-se. Os olhos verdes de São, verdes como esmeraldas cintilantes, são irrequietos, mas vazios. Vazios. Os de Manuel são castanhos e cansados, mas ambos têm um olhar que conjugado constrói algo de extraordinário, um olhar apaixonado, um olhar vazio, cheio de tudo mas cheio de nada. E São ri-se. Como se a sua vida dependesse disso. Ri-se. E de repente, assim muito rápido, como quem fecha e abre os olhos involuntariamente, São deixa cair uma lágrima de fúria, agarra no cobertor que Manuel lhe tinha posto em cima das pernas para que ficasse quentinha, e tenta atirá-lo para o chão. “Tira-me esta merda, tira-me esta merda. Estás a ouvir? Tira-me esta merda.” É a única coisa que diz. E grita. E vai gemendo até que Manuel lhe diga que já vai tirar. Mas depois nunca tira, porque ele só quer que São fique quentinha. Ele só quer o bem dela. São não faz por mal, faz parte da doença que a consumiu. Esta troca de emoções, acaba tudo por se tornar normal. E São acaba por se esquecer, e de repente, já sorri de novo. E agora, parece uma criança contente correndo com suas bonecas de trapos pelo jardim. E Manuel fica contente com ela. E no ar, sente-se o odor de uma infância fantástica, conjugada, pintada a preto e branco. Lá vai mais uma colher de sopa para a boca de São. “Linda menina!” Manuel sorri. E de novo, São sorri. Esta troca, este contágio de sorrisos, já tão habitual. “A minha mãe está muito doentinha.” São geme, quase que a chorar. Manuel agarra-lhe a mão e a acaricia-lhe. A mão dela está inchada, pois ela não se move. Manuel inclina-se para beijar a bochecha de São, mas ela reage amedrontada. E o seu tom de voz eleva-se. “A minha mãe está doentinha!” E agora, grita. Os olhos de São, a arderem em dor e desespero. Mas Manuel é paciente e consegue acalmá-la. Mais uma vez. E lá vão mais duas colheradas da sopa de feijão. E novamente, a troca, o contágio de sorrisos. Manuel sussurra “São, quem sou eu? Como é que eu me chamo?”. São olha para Manuel nos olhos. E desta vez, torna-se tão profundo, que quase dói. São não sabe responder à pergunta que lhe fora posta. E depois, esquece-se de tudo, e desvia o olhar. A pergunta fora abandonada, fora esquecida, ficara a flutuar, sem saber para onde ir. E depois, lembra-se do cobertor e de como a incomodava. E “Tira-me esta merda! Tira-me esta merda!”. E Manuel por momentos desliga-se do mundo e fecha os olhos. E inspira. E volta acalmar São. Mas São volta e faz e diz sempre as mesmas coisas. E Manuel tem sempre de a acalmar. Mas Manuel é paciente. Sempre fora. E a pouco e pouco, com a situação com que lida, aprende a sê-lo ainda mais. Porém, Manuel não é sempre forte. E Manuel chora também, às vezes, escondido na sua própria alma, ele chora. E não são precisas lágrimas para chorar. Basta haver dor, ou então, basta haver amor. Chora porque São é linda, tanto por fora como por dentro, e porque a ama e porque faz sacrifícios por ela. Demasiados. Mas ele sabe que São merece todo o amor e cuidado do mundo, ou ainda mais, porque São sempre tratou dele. E isso é amor. Verdadeiro amor. Pelo menos é o que eu acho. E às vezes, sinto a alma de Manuel a gritar “Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é.”
Edna, Nº 9, 8º C
segunda-feira, 18 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Viagem de EMRC do Secundário
Voar em Ribeira de Pena.
Os alunos de EMRC, do ensino secundário estiveram no Pena Aventura Park nos dias 14 e 15 de fevereiro, numa experiência de se "tirar" os pés do chão.
Foi simplesmente fantástico.
O Professor Sérgio mostrou que não tem medo de voar...
Só uma pequena pontinha....
Mas foi capaz.
Os alunos de EMRC, do ensino secundário estiveram no Pena Aventura Park nos dias 14 e 15 de fevereiro, numa experiência de se "tirar" os pés do chão.
Foi simplesmente fantástico.
O Professor Sérgio mostrou que não tem medo de voar...
Só uma pequena pontinha....
Mas foi capaz.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Fotografias da Semana Missionária (2013)
Algumas imagens das turmas que receberam os Missionários Combonianos na semana de 7 a 11 de Janeiro, no Agrupamento de Escolas de Vagos.
O Professor Sérgio, Docente destas turmas, acompanhou o Pe. Manuel Lopes e a Leiga Missionária Maria Augusta.
Agradecemos a disponibilidade e a generosidade destes Missionários.
https://plus.google.com/photos/100121994926338681157/albums/5836671318732345953?authkey=CPaW_77epqSe8QE
O Professor Sérgio, Docente destas turmas, acompanhou o Pe. Manuel Lopes e a Leiga Missionária Maria Augusta.
Agradecemos a disponibilidade e a generosidade destes Missionários.
https://plus.google.com/photos/100121994926338681157/albums/5836671318732345953?authkey=CPaW_77epqSe8QE
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Uma mão pela solidariedade
Um projeto de solidariedade da responsabilidade dos alunos do 10º B, do Agrupamento de Escolas de Vagos
Vê o filme que preparámos para ti...
http://www.youtube.com/watch?v=vFmueSsxUMA
Vê o filme que preparámos para ti...
http://www.youtube.com/watch?v=vFmueSsxUMA
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Semana Missionária nas aulas de EMRC

Irão estar presentes a leiga Missionária Maria Augusta e o Pe. Manuel Lopes, Missionários Combonianos.
Sob o manto do ano da Fé e nas celebrações da Missão Jubilar da Diocese de Aveiro, o Professor Sérgio Martins, não quer deixar passar a oportunidade de os seus alunos se interrogarem sobre a sua própria vocação e sobre que tipo de ajuda podemos dar aos outros, mesmo em tempos menos favoráveis.
Agradecemos, desde já, a disponibilidade para virem à escola destes Missionários.
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