Mais um momento de reflexão!
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Somos um...
O projeto do 10º C para o dia da pessoa com deficiência...
Guiados pela Cristiana Conde, aluna Invisual, numa experiência de confiança e união.
Obrigado à Cristiana e a todos os alunos da turma que aceitaram participar neste desafio.
O Professor de EMRC,
Sérgio Martins
Guiados pela Cristiana Conde, aluna Invisual, numa experiência de confiança e união.
Obrigado à Cristiana e a todos os alunos da turma que aceitaram participar neste desafio.
O Professor de EMRC,
Sérgio Martins
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Dá a tua mão a este Natal!
Os alunos de EMRC do Agrupamento de Escolas de Vagos, decidiram dar a sua mão a um Natal diferente, feito de propósitos e mãos dispostas a ajudar.
Criar uma mão, uma intenção, um desejo, uma vontade de mudar, são mais que suficientes para fazer deste Natal um motivo de mudança para melhor.
A mão de cada um é necessária, não a escondam, coloquem-na no vosso presépio, na vossa árvore e as intenções deixarão de o ser para passar a ser uma realidade.
A Todos Um Santo Natal
O Professor de EMRC
Sérgio Martins
Criar uma mão, uma intenção, um desejo, uma vontade de mudar, são mais que suficientes para fazer deste Natal um motivo de mudança para melhor.
A mão de cada um é necessária, não a escondam, coloquem-na no vosso presépio, na vossa árvore e as intenções deixarão de o ser para passar a ser uma realidade.
A Todos Um Santo Natal
O Professor de EMRC
Sérgio Martins
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Missão Jubilar
Estamos a entrar na reta final deste "projeto" que foi a Missão Jubilar.
Dentre muitas ações, teremos um especial lugar para nos podermos concentrar em nós, olharmos para o nosso interior, para o convite que Deus nos continua a fazer e para o tipo de resposta que lhe estamos a dar.
Celebrar os 75 anos da restauração da nossa Diocese, é antes de mais olharmos para o caminho feito, com vontade de continuar a caminhar.
Não podemos ficar de fora, esta é a nossa hora!
Encontro de Escolas Católicas
Decorreu no passado dia 26 de Outubro o Encontro de Escolas Católicas da Diocese de Aveiro (Colégio de Calvão, Colégio de Mogofores, Colégio de Anadia e Instituto de Promoção Social de Bustos), desta vez com uma novidade, a participação de Alunos de EMRC do Agrupamento de Escolas de Vagos (Escola Pública), acompanhados por mim, Docente de EMRC.
Foi um dia a viver sob o lema "Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus". Pedia-se aos alunos para não trazerem meias rotas, pois pretendia-se que eles tirassem os sapatos em nome da simplicidade e da disponibilidade para se fazer ao caminho.
Os objetivos foram amplamente alcançados e os alunos vestiram plenamente "a camisola" da pobreza, da simplicidade e do serviço aos outros.
Depois de refletirem na vida e obra de tão grandes modelos, Papa Francisco, Madre Teresa de Calcutá e S. Francisco de Assis, certamente que levaram para suas casas e para as suas escolas um pouco da vontade de viver na simplicidade de coração.
Obrigado pela oportunidade que nos foi concedida em partilhar tão belos momentos.
O Professor Sérgio Martins
(Agrupamento de Escolas de Vagos)
| Primeiro encontro (Quebra-gelo) |
| Estava a chegar a nossa vez de nos apresentarmos... |
| O Prof. Sérgio convidou todas a tirarem os seus sapatos para melhor percebermos a Pobreza. |
| Todos se descalçaram... |
| Durante o Jogo! |
| Já tínhamos alguma fome! |
| Que belo almoço! |
| Na apresentação das conclusões dos trabalhos de grupo. |
| Todos partilharam as descobertas feitas. |
| Não podíamos trazer meias rotas... |
| Apresentando o exemplo de madre Teresa de Calcutá. |
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Dá vida ao teu VIVE!
Concurso "Dá vida ao teu VIVE"
:::::::::: REGULAMENTO ::::::::::
A Diocese de Aveiro, através da Comissão de coordenação da Missão Jubilar, promove um concurso intitulado "DÁ VIDA AO TEU VIVE" aberto a todos os residentes em Portugal sem limites de idades.
Os melhores trabalhos serão expostos no dia 8 de dezembro de 2013 – Dia da Missão, no Parque de Exposições de Aveiro.
As condições de participação são indicadas abaixo e o prazo limite para entrega dos trabalhos acaba a 29 de novembro de 2013.
Regulamento:
1) Este concurso tem por base o "VIVE", mascote da Missão Jubilar dos 75 anos da restauração de Diocese de Aveiro.
2) O tema é "DÁ VIDA AO TEU VIVE" e deve refletir a vivência da Missão Jubilar seja a nível pessoal, familiar, paroquial, arciprestal ou diocesano.
3) Cada participante pode concorrer 1 vez a solo e 1 vez em parceria;
4) Admitem-se a concurso qualquer tipo de arte plástica: desenho; pintura; fotografia; vídeo; colagens; gravura; escultura; animação; bordados; …
5) Admitem-se obras inéditas e não submetidas em outros concursos – a infração desta regra destitui o trabalho do concurso ou do prémio, mesmo posteriormente.
6) Todos os trabalhos deverão incluir uma memória descritiva.
7) As obras a concurso só serão válidas se identificadas com nome dos autor/es, naturalidade, número do Cartão de Cidadão ou BI, nº de telefone, idade e e-mail do/s autor/es e indicação de uma morada de um dos elementos,
8) Data limite para entrega dos trabalhos: 29 de novembro de 2013.
9) O júri elegerá os três melhores trabalhos;
10) Os três melhores classificados receberão o prémio abaixo descrito. Poderá o júri decidir não atribuir o prémio abaixo descrito caso nenhuma obra tenha a qualidade mínima desejada podendo, nesse caso, atribuir menções honrosas.
Prémio – vale de 75 € a descontar na Livraria Santa Joana, com sede na Rua do Batalhão de Caçadores Dez, 81ª – 3810-064 Aveiro, e o contacto 234 421 570.
11) Os 10 melhores classificados, ou trabalhos com qualidade mínima desejável, serão publicados em montra digital no site da Diocese de Aveiro www.diocese-aveiro.pt
12) As obras identificadas pelo seu autor ficarão na posse da Diocese de Aveiro, detendo esta os direitos de publicação das mesmas, fazendo sempre referência aos seus autores. A organização não se responsabiliza pelas obras originais e impressões, e não fará devoluções.
13) Os trabalhos deverão ser enviados para:
Centro da Ação Pastoral
Rua Cândido dos Reis, nº 126 – Loja A
Apartado 541
3800- 097 Aveiro
Mail: missaojubilar@diocese-aveiro.pt
Tel. 234 377 430
14) Qualquer caso omisso e dúvidas deste regulamento serão resolvidas pela organização.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Alunos de EMRC solidários
Os gestos valem por mil e uma palavras.
Publicação na Revista oficial do IPO (página 18)
http:// infoagosto2013.emsdesign.net/
Publicação na Revista oficial do IPO (página 18)
http://
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Amor sem limites
Esta é a história de uma senhora com setenta e oito anos e de um senhor com setenta e sete. Já estão juntos há mais de cinquenta anos, mas nos últimos anos, a senhora fora consumida pela “doença da alma”, mais conhecida por Alzheimer. Essas duas pessoas são os meus bisavós, e não podia ter mais orgulho neles.
Com as suas mãos grandes e de uma pele espessa e suja, Manuel agarra na malga da sopa de feijão e enche uma colher, que depois leva à boca de São. Ouve-se o engolir, a sopa de feijão, a correr e a correr pelo corpo de São. E São sorri. Manuel sorri-lhe de volta. Com dois dedos, ajeita o cabelo dela, esbranquiçado, quase tão branco como neve. E ela ri-se. E ele ri-se. Os olhos verdes de São, verdes como esmeraldas cintilantes, são irrequietos, mas vazios. Vazios. Os de Manuel são castanhos e cansados, mas ambos têm um olhar que conjugado constrói algo de extraordinário, um olhar apaixonado, um olhar vazio, cheio de tudo mas cheio de nada. E São ri-se. Como se a sua vida dependesse disso. Ri-se. E de repente, assim muito rápido, como quem fecha e abre os olhos involuntariamente, São deixa cair uma lágrima de fúria, agarra no cobertor que Manuel lhe tinha posto em cima das pernas para que ficasse quentinha, e tenta atirá-lo para o chão. “Tira-me esta merda, tira-me esta merda. Estás a ouvir? Tira-me esta merda.” É a única coisa que diz. E grita. E vai gemendo até que Manuel lhe diga que já vai tirar. Mas depois nunca tira, porque ele só quer que São fique quentinha. Ele só quer o bem dela. São não faz por mal, faz parte da doença que a consumiu. Esta troca de emoções, acaba tudo por se tornar normal. E São acaba por se esquecer, e de repente, já sorri de novo. E agora, parece uma criança contente correndo com suas bonecas de trapos pelo jardim. E Manuel fica contente com ela. E no ar, sente-se o odor de uma infância fantástica, conjugada, pintada a preto e branco. Lá vai mais uma colher de sopa para a boca de São. “Linda menina!” Manuel sorri. E de novo, São sorri. Esta troca, este contágio de sorrisos, já tão habitual. “A minha mãe está muito doentinha.” São geme, quase que a chorar. Manuel agarra-lhe a mão e a acaricia-lhe. A mão dela está inchada, pois ela não se move. Manuel inclina-se para beijar a bochecha de São, mas ela reage amedrontada. E o seu tom de voz eleva-se. “A minha mãe está doentinha!” E agora, grita. Os olhos de São, a arderem em dor e desespero. Mas Manuel é paciente e consegue acalmá-la. Mais uma vez. E lá vão mais duas colheradas da sopa de feijão. E novamente, a troca, o contágio de sorrisos. Manuel sussurra “São, quem sou eu? Como é que eu me chamo?”. São olha para Manuel nos olhos. E desta vez, torna-se tão profundo, que quase dói. São não sabe responder à pergunta que lhe fora posta. E depois, esquece-se de tudo, e desvia o olhar. A pergunta fora abandonada, fora esquecida, ficara a flutuar, sem saber para onde ir. E depois, lembra-se do cobertor e de como a incomodava. E “Tira-me esta merda! Tira-me esta merda!”. E Manuel por momentos desliga-se do mundo e fecha os olhos. E inspira. E volta acalmar São. Mas São volta e faz e diz sempre as mesmas coisas. E Manuel tem sempre de a acalmar. Mas Manuel é paciente. Sempre fora. E a pouco e pouco, com a situação com que lida, aprende a sê-lo ainda mais. Porém, Manuel não é sempre forte. E Manuel chora também, às vezes, escondido na sua própria alma, ele chora. E não são precisas lágrimas para chorar. Basta haver dor, ou então, basta haver amor. Chora porque São é linda, tanto por fora como por dentro, e porque a ama e porque faz sacrifícios por ela. Demasiados. Mas ele sabe que São merece todo o amor e cuidado do mundo, ou ainda mais, porque São sempre tratou dele. E isso é amor. Verdadeiro amor. Pelo menos é o que eu acho. E às vezes, sinto a alma de Manuel a gritar “Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é.”
Edna, Nº 9, 8º C
segunda-feira, 18 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
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